O princípio de incêndio que assustou funcionários, pacientes e familiares de internados no Hospital Balbino, em Olaria, na Zona Norte do Rio de Janeiro, teve início em um equipamento de ar condicionado da unidade. A informação é da assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros. Ainda de acordo com a corporação, o episódio não teve vítimas.
Imagens feitas por pessoas que passavam pelo local mostram pacientes sendo retirados do prédio às pressas. Eles foram enfileirados em colchões e macas na calçada da Rua Angélica Mota, que dá acesso à unidade de saúde. Para agilizar o socorro, familiares participaram da ação.
Três viaturas do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local. Mas, quando os agentes chegaram, a situação já estava controlada. Ainda de acordo com a corporação, não há vítimas e o problema começou com o curto-circuito em ar condicionado.
Parentes reclamaram que os pacientes que aparecem nas calçadas inspiram cuidados especiais. “Olhem que absurdo. Botaram as camas todas no chão. Tem paciente que está em estado crítico, precisando de oxigênio”, narra uma das mulheres.
Em setembro, 20 idosos morreram após serem transferidos às pressas do Hospital Dr. Badim, no Maracanã. A unidade teve grave incêndio. A principal causa das mortes foi asfixia por ingestão da fumaça tóxica, após um curto circuito no gerador do subsolo.
O que diz o hospital– “O Hospital Balbino informa que ocorreu um foco de incêndio, às 14h48, no ar condicionado da TI (informática) e call center, localizada no 7o andar do Hospital.
Conforme o plano de segurança, os pacientes e acompanhantes foram retirados dos andares e realocados em outros setores, no térreo do hospital.
O Corpo de Bombeiros foi acionado pela brigada de incêndio do Balbino, que conseguiu controlar o foco do incêndio e, concomitantemente, realizar a evacuação dos pacientes e acompanhantes. Não houve paciente ferido nem transferência de paciente para outros hospitais da região. No momento do incidente, 92 pacientes estavam no prédio.

Em foto publicada por internauta, é possível ver colchões sendo colocados no chão, em frente ao hospital.Foto: Reprodução





