Filtros de ar específicos para ambientes hospitalares impedem que bactérias, fungos e microorganismos nocivos entrem em contato com pacientes
Essencial para a sobrevivência, o ar pode se transformar em vilão nos hospitais. Quando não passa pelo devido tratamento, ele pode ser vetor de contaminação, transportando bactérias, fungos, poeira fina, além de outros microorganismos que podem ser nocivos à saúde humana.
O filtro de ar, desenvolvido especialmente para ambientes hospitalares, torna o ambiente livre de elementos contaminantes. “O filtro é uma barreira sanitária. Ele ajuda a reduzir o risco de infecções relacionadas à assistência à saúde, e também melhora a segurança de pacientes imunossuprimidos em ambientes como centros cirúrgicos. O ar deve ser visto como parte do tratamento”, é o que explica Thiago Sega, gerente de Vendas Latam da Mann + Hummel, referência global em tecnologia de filtração.
No Brasil, a norma técnica ABNT 7256 trata da obrigatoriedade do tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde e define critérios mínimos de filtragem, qualidade do ar e classificação de ambientes. Além disso, os hospitais também seguem exigências sanitárias ligadas à ANVISA. “A filtração reduz o risco de infecção hospitalar e ajuda no conforto respiratório, principalmente em UTIs e enfermarias com pacientes sensíveis”, esclarece Sega.
Para quem trabalha em ambientes hospitalares, a filtração reduz riscos relacionados a doenças respiratórias, alergias, irritação ocular, contaminação cruzada em ambientes fechados, além da exposição contínua a fungos e partículas. “Não é só para o paciente. O hospital também precisa ser seguro para quem trabalha nele, incluindo médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, equipes de limpeza e demais profissionais”, exemplifica Sega.
Em quais ambientes hospitalares a filtração é essencial? Em áreas comuns do hospital, como recepção, corredores administrativos e salas de espera, a filtragem é necessária, porém em um nível menos agressivo. Já em áreas críticas, como centros cirúrgicos, UTIs, salas de parto, áreas de isolamento e sala de procedimentos invasivos, a filtragem precisa ser mais intensa.
“Normalmente se trabalha com filtragem em múltiplos estágios, incluindo filtros finos e eventualmente HEPA (filtros absolutos), além de

requisitos de instalação e vedação muito mais rigorosos. A NBR 7256 trata justamente dessa diferenciação entre ambientes comuns e críticos”, finaliza Sega.





