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Estudo revela avanço acelerado da geração distribuída e alerta: pressão crescente sobre a rede elétrica brasileira
Material aponta tendências estratégicas que devem moldar decisões do setor até 2026
A Inventta acaba de lançar o estudo Panorama da Energia Elétrica – Macromovimentos e Tendências do Setor, um diagnóstico sobre os caminhos da transição energética noBrasil. O material revela que a Geração Distribuída (GD) se tornou um dos vetores mais rápidos de expansão do sistema elétrico, remodelando o papel de consumidores, distribuidoras e investidores.
O estudo mostra que, apoiada pela Lei 14.300/2022, a GD avançou muito além das projeções iniciais, exigindo novos modelos de planejamento, gestão e integração com a rede. Para Juliano Cortez, COO da Inventta, esse movimento não surpreende, mas sua magnitude sim:
“A velocidade da GD chama atenção. Mesmo considerando o estímulo regulatório, o ritmo de implantação superou expectativas e coloca desafios importantes para o sistema brasileiro”, destaca Cortez.
Ao lado da expansão acelerada da geração, o estudo aponta um ponto crítico: o curtailment ganhou relevância como risco sistêmico, especialmente em regiões com alta concentração de renováveis e baixa capacidade de escoamento. O Panorama mostra que esse fenômeno tende a se intensificar caso a infraestrutura não avance no mesmo ritmo da oferta.
“O curtailment não é apenas uma ameaça. Ele é um sinal de desequilíbrio entre expansão de geração e capacidade de transmissão. Isso exige respostas estruturais do setor, combinando planejamento, digitalização e maior flexibilidade”, explica Cortez.
Mercado livre e datacenters se consolidam como motores de demanda: O estudo mostra que a abertura do mercado livre e o avanço de datacenters devem impulsionar uma nova onda de consumo, marcada por exigência de energia limpa, previsibilidade e contratos de longo prazo.
Para Juliano, “datacenters operam 24/7, têm forte agenda ESG e demandam estabilidade, o que reforça o papel dos PPAs e acelera a busca por soluções que combinem renováveis, flexibilidade e confiabilidade”.
Digitalização e armazenamento: macromovimentos que moldarão o futuro – Entre as tendências mapeadas pelo estudo da Inventta estão:
avanço de medição inteligente
controle e operação mais flexíveis
automação e analytics aplicados à gestão da rede
expansão do armazenamento como solução para variabilidade
Embora ainda incipiente, o armazenamento surge como componente potencial para reduzir o impacto da intermitência e criar estabilidade, especialmente em regiões com alta concentração de fontes renováveis.
Reorganização da cadeia de valor e novos modelos de negócio: O estudo mostra que o setor elétrico brasileiro vive uma mudança estrutural: o valor deixa de se concentrar apenas na geração e passa a se distribuir por comercialização, serviços energéticos, digitalização da operação e gestão ativa do consumo. A financeirização do setor e o aumento de novos entrantes reforçam esse movimento.
Download gratuito: O estudo completo está disponível gratuitamente e reúne:
macromovimentos estruturais da transição energética
tendências regulatórias
impactos operacionais e sistêmicos
sinais prioritários para os próximos 24 meses
implicações para investidores, utilities e novos entrantes
Sobre a Inventta: Fundada em 2004, a Inventta possui mais de 20 anos de atuação. Nesse período, realizou com sucesso mais de 400 projetos em parceria com mais de 150 empresas, incluindo clientes renomados como CPFL, Eletrobras, EDP, Johnson & Johnson, Suzano, São Martinho, Sodexo, Energisa, Natura, Votorantim Cimentos, Cargill, Novo Nordisk, Aegea, entre outros.
A missão da Inventta é transformar negócios a partir da inovação. Focada em inovação, digital e estratégia, a Inventta ajuda organizações a endereçarem seus desafios estratégicos e transformarem seus mercados a partir da criação e execução de novos modelos de negócio, produtos ou serviços. Na Inventta, a inovação está a serviço do negócio para maximizar seus resultados.