Para conservar sua produção adequadamente, o setor de alimentos tem como uma necessidade básica dispor de uma cadeia de frio que possa fornecer soluções capazes de atender a essa demanda. Com isso em vista, em meados da década de 1990, a unidade brasileira da Danfoss desenvolveu e passou a produzir uma versão própria de suas Unidades Condensadoras para disponibilizar ao mercado local e de outros países. Hoje, passados mais de 20 anos do início dessa produção em território nacional, a empresa alcançou a marca de 200 mil Unidades Condensadoras fabricadas e comercializadas apenas no Brasil com a exclusiva tecnologia de Microcanal.
A introdução e disponibilização desse equipamento de refrigeração em escala cada vez maior aconteceu devido a uma demanda crescente das empresas do setor alimentício no Brasil a partir dos anos 1990, que ampliava sua produção e precisava incrementar a capacidade de suas câmaras frias para acondicioná-la. Diante desse cenário, a Danfoss do Brasil investiu no desenvolvimento do negócio, que hoje está entre os principais da companhia. “O aumento da procura por alimentos era notável não apenas no Brasil, mas também em diversos outros países, e essa é uma tendência que está ainda mais forte hoje, tanto para conservação quanto para o transporte dos produtos da cadeia alimentícia. Além disso, as exigências cada vez mais rigorosas das normas de preservação da qualidade de alimentos e a necessidade de reduzir os custos operacionais e impactos ambientais fazem com que seja necessário dispor de máquinas mais eficientes e amigáveis ao meio ambiente. Por isso, acreditamos que essa demanda siga bastante aquecida e seguimos aprimorando nossos produtos para o setor. Hoje, todas as nossas Unidades Condensadoras são certificadas para os fluidos com baixo potencial de aquecimento global”, afirma Gustavo Asquino, Gerente de Vendas e Marketing de Climate Solutions da Danfoss na América Latina.
As primeiras Unidades Condensadoras da filial brasileira da Danfoss foram produzidas ainda em sua antiga sede, em São Paulo, e essa operação foi ampliada nos anos 2000, com investimentos na linha de montagem e expansão do portfólio de produtos. A expertise da Danfoss em Unidades Condensadoras na América Latina foi desenvolvida principalmente no Brasil, que hoje é responsável pela produção do equipamento, ao lado do México. As duas unidades atendem a parte da demanda global por esse produto, que é fabricado com características variadas para atender a necessidades específicas de cada país, como diferenças entre o fornecimento de energia (em 50Hz e 60Hz) e de voltagens (220V, 380V e 440V). Mais de 500 mil Unidades Condensadoras produzidas pela Danfoss estão instaladas apenas na América Latina.
Em 2009, com a mudança para a atual sede, em Osasco, a Danfoss do Brasil aumentou ainda mais a sua capacidade de produção de diversos componentes para o segmento de refrigeração, incluindo as Unidades Condensadoras. Outro marco para a empresa foi o ano de 2014, quando introduziu no mercado latino americano a tecnologia do Microcanal, já amplamente consolidada na Europa, que é o mercado que direciona as tendências mundiais em refrigeração, e passou a produzir Unidades Condensadoras com essa característica. “Para desenvolver as Unidades Condensadoras Optyma, buscamos combinar o que há de melhor em tecnologia e oferecer ao mercado uma solução robusta e confiável. Para incorporar o Microcanal, que também é produzido por nós, reprojetamos todas as nossas Unidades Condensadoras, as únicas no mercado com essa tecnologia que possibilita um ganho em eficiência, economia e redução de consumo de gás refrigerante para operar, que é uma vantagem essencial para o instalador devido ao aumento do custo do gás refrigerante. Além disso, o equipamento também ficou mais compacto, mais leve, mais resistente a ambientes agressivos e mais fácil de limpar e manter. Como a indústria alimentícia é exigente e acreditamos muito no potencial e nas possibilidades para ela no futuro, entendemos que é imprescindível disponibilizar Unidades Condensadoras com tecnologia avançada como fazemos”, explica Rogério Federici, Vice Presidente Global de Soluções, Sistemas e Novos negócios da divisão de Climate Solutions da Danfoss.






