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Relatório da Copeland destaca avanços em ESG

A Copeland divulgou seu segundo Relatório de Impacto Global referente ao Ano Fiscal de 2025 (FY25), apresentando resultados relacionados à eficiência energética, descarbonização, inovação e segurança operacional. O documento reúne indicadores que demonstram a evolução da companhia em suas metas de sustentabilidade e reforça sua estratégia de desenvolver soluções voltadas para uma cadeia de frio mais eficiente e de menor impacto ambiental.

Entre os principais resultados, a empresa reduziu em quase 20% as emissões de gases de efeito estufa dos Escopos 1 e 2 em comparação ao ano anterior, avançando rumo à meta de redução absoluta de 55% até o FY33, tendo o FY23 como ano-base. A utilização de energia renovável também ganhou destaque, representando 58% do consumo global de eletricidade da companhia, entre geração própria e aquisição de fontes renováveis.

Na área de inovação, a Copeland destinou mais de 4% de sua receita anual a atividades de engenharia, pesquisa e desenvolvimento. O investimento contribuiu para reduzir em 15% o tempo médio de testes e validação de novos produtos, acelerando a chegada de tecnologias voltadas à eficiência energética, ao uso de refrigerantes de baixo potencial de aquecimento global (GWP) e à redução das emissões de carbono.

O relatório também evidencia avanços na área de segurança e gestão de pessoas. A empresa reduziu em 22% sua Taxa Global de Incidentes Registráveis (TRIR), alcançando índice de 0,21, resultado superior à média do setor manufatureiro. Além disso, os indicadores de engajamento dos colaboradores ultrapassaram o 90º percentil da indústria.

Segundo a diretora de Transformação e Sustentabilidade da Copeland, Tracy Reiter, os resultados refletem a integração entre desempenho operacional e responsabilidade ambiental. “O verdadeiro impacto ambiental é alcançado quando a sustentabilidade está integrada tanto às nossas operações diárias quanto ao desenvolvimento de novas tecnologias”, afirma.

De acordo com a companhia, os investimentos realizados ao longo do FY25 acompanham tendências globais do setor HVACR, como a descarbonização, a transição energética, a adoção de fluidos refrigerantes naturais e de baixo GWP e o fortalecimento da cadeia de frio para aplicações alimentícias e farmacêuticas.

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