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Inmetro aperta regras em 2026 para condicionadores de ar e novas geladeiras, que devem gastar menos luz

A partir de 1º de janeiro de 2026, as geladeiras nacionais começaram a seguir regras mais rígidas de eficiência energética estipuladas pelo Inmetro. A medida alinha o Brasil aos padrões globais e extingue a confusa subdivisão “A” (como A+++) das etiquetas, o que simplifica a leitura para o consumidor. Na prática, a norma torna os limites de consumo mais rigorosos e deve retirar do mercado os modelos que não atenderem aos critérios técnicos.

Embora a economia na conta de luz seja certa, a mudança suscita debates sobre o preço dos novos equipamentos. Para esclarecer se vale a pena a troca imediata, a engenheira e consultora da CLASP¹, organização internacional que apoia governos em eficiência energética e sustentabilidade de eletrodomésticos, Alessandra Souza, projeta o impacto financeiro das tecnologias emergentes e estende a análise aos condicionadores de ar, que também atravessam um processo de modernização rumo à performance superior. Confira!

Geladeiras mais eficientes? Entenda novas regras: A classificação energética das geladeiras mudou em 2026. A nova etiqueta do Inmetro promete aparelhos mais eficientes, afetando consumo de energia, preço e a escolha do seu próximo refrigerador. 

  1. O que muda na classificação energética das geladeiras?

A principal mudança está nos critérios de avaliação do consumo de energia. A nova etiqueta do Inmetro já adota parâmetros mais rigorosos, considerando não apenas o consumo mensal em kWh, mas também o desempenho do equipamento em relação ao seu volume, tipo de tecnologia e categoria.

Com isso, a classificação energética se torna mais exigente, alinhando-se aos padrões da Europa e dos Estados Unidos. Nesse sentido, modelos que até 31 de dezembro de 2025 recebiam a classificação A, tiveram que reduzir significativamente o consumo para manter essa nota. Além disso, a etiqueta ficou mais simples, eliminando as subcategorias A+, A++ e A+++. A nova escala vai de A, para os modelos mais eficientes, até F, para os que consomem mais energia.

Tabela Comparativa: mudanças na etiqueta do Inmetro

Categoria até dezembro de 2025

Nova Categoria (a partir de 2026)

Status de Venda

A+++ e A++

Classe A Permitida

A+ e A

Classe B

Permitida

Classe B

Classe C

Permitida

Classe C

Classes D, E, e F Proibida (a partir de 30/06/2026)

Fonte: Inmetro – Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE)

Quer saber mais? Veja a reportagem completa na Revista Mundo do Ar e da Refrigeração, edição 73

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